Veja o que essa garota de 30 anos fez na festa para dar uma animada:
Helene intriga cientistas por ter terreno relativamente plano Imagens foram feitas pela sonda Cassini no domingo (18).
Do G1, em São Paulo

Imagens feitas pela sonda Cassini e divulgadas nesta terça-feira (21) pela Nasa mostram a lua Helene, de Saturno. Ela intriga pesquisadores porque, apesar de suas crateras, tem seu solo bastante plano. (Foto: AP/Nasa)
Por Filipe Tavares Serrano
▪▪▪ Dados de usuários do MtGox, que troca BitCoins por dinheiro, foram roubados; vazamento derruba valor da moeda digital
SÃO PAULO – Mais um ataque à rede de troca de moedas digitais BitCoin comprometeu a segurança dos usuários que apostam nesta nova forma de fazer negócios na web. Nesta segunda-feira, 20, o maior site de câmbio de Bitcoins, MtGox, saiu do ar depois que informações dos usuários foram roubadas do computador de um auditor que tinha acesso aos dados. O intruso copiou o banco de dados que continha logins e senhas dos usuários cadastrados no MtGox. De acordo com o site que faz a troca de BitCoins por dinheiro de verdade, o seu sistema não foi invadido.
A queda do site e o roubo dos dados fez a moeda perder seu valor — que chegou a cair para US$ 0,01 por unidade de BitCoin –, depois que a venda de moedas disparou. Em outros sites de compra e venda de bitcoins, porém, o valor da moeda não sofreu grandes perdas com o vazamento das contas. O site afirma em sua página que pelo menos uma conta, que tinha muitos bitcoins, foi invadida e o intruso tentou vender todas as moedas de uma vez, com um limite de US$ 1.000 por dia.

O MtGox também afirma estar trabalhando com o Google para impedir que as contas do Gmail cadastradas no site de câmbio sejam protegidas.
Outras falhas. Na semana passada, a empresa de segurança Symantec afirmou ter descoberto o primeiro vírus que rouba as carteiras digitais dos usuários do bitcoin. O vírus foi um alerta para os usuários, depois de um deles ter relatado no fórum oficial do BitCoin, há uma semana, que todas as suas 25 mil moedas haviam sido roubadas. Arquivos armazenados no computador de uma pessoa que usa o programa de transações teriam sido expostos ao intruso, que roubou as moedas.
Um dos responsáveis pelo projeto do BitCoin, Gavin Andresen, afirmou em seu blog “esperar que o hype sobre o BitCoin comece a se acalmar agora” com as recentes notícias sobre ataques à rede de moedas digitais. “O rápido e insano crescimento no número de usuários e no valor dos bitcoins no último mês era insustentável e ambos o sistema central e a infraestrutura (como a que sustenta as trocas) precisam de mais tempo para ‘amadurecer’”, afirmou.
fonte: link estadão
Por Murilo Roncolato
▪▪▪ O vírus é o primeiro a ser inteiramente desenvolvido no Brasil para se propagar via Facebook
SÃO PAULO – A maior presença de brasileiros no Facebook traz na bagagem um maior interesse por parte de cibercriminosos. O departamento de segurança da rede social foi alertado recentemente sobre uma ameaça do tipo Worm, que quando infecta um computador, faz o usuário espalhar via chat do Facebook links maliciosos e o torna vulnerável a trojans bancários. O vírus identificado foi o primeiro a ser inteiramente desenvolvido no Brasil e para atacar usuários brasileiros.
O vírus é tipificado como IM Worm, ou seja, são ameaças que se autopropagam e afetam serviços de mensagens instantâneas. O meio de disseminação já é conhecido: o usuário infectado passa a enviar involuntariamente frases que incentivam seus contatos (de MSN, por exemplo) a clicar em um link desconhecido.
No caso desse vírus nacional, quando o contato abre o link, ele é direcionado a um site malicioso, infectando seu computador. Feito isso, o arquivo cria uma brecha que permite que trojans bancários, criados para roubar senhas de contas (se o usuário faz uso desses serviço pelo computador), invadam a máquina. Segundo a Kaspersky Lab, empresa de segurança que identificou a ameaça, esse vírus ataca Twitter, Gtalk, Orkut e Facebook.
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A frase usada como isca é “kkkk comedia demais, vc viu o video do bebado” seguida de um link. A equipe do Kaspersky identificou a ameaça e enviou uma nota de alerta ao Facebook que imediatamente bloqueou a propagação do link em toda a rede. Agora, o usuário já infectado que “tentar enviar” o texto, receberá uma mensagem dizendo: “Essa mensagem possui conteúdo bloqueado que foi previamente identificado como abusivo ou como spam”.
“É a chance do usuário identificado saber que a máquina dele está infectada”, diz Fábio Assolini, analista da Kaspersky Lab no Brasil. Essa ameaça específica está tecnicamente neutralizada, mas a porta para novas ameaças ainda está aberta. “O cibercriminoso com isso aprendeu a fazer o ataque pelo Facebook. Da mesma maneira ele pode inventar outros milhares de links, ou então técnicas semelhantes para o mesmo fim”, diz.
A tendência dos crimes digitais é ir onde estão a maioria dos usuários. “De 2005 para frente passou a ter muito para Orkut, que é a rede mais popular. Com Twitter teve muito em 2009 e agora a coisa vai começar a migrar para o Facebook também”, avalia.
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Como evitar. O analista explica as situações possíveis de infecção pelo vírus. Ao entrar no site, uma mensagem de autorização para executar o Java aparece na tela, o ataque acontece se o usuário clicar em “Executar”. Se a versão do Java for antiga (não atualizada), a janela nem aparecerá, e o vírus entrará automaticamente na máquina. Em último caso, a ameaça pode ainda ser barrada por antivírus.
Para Assolini, não há escapatória, o Facebook vai começar a ser alvo de ataques, o usuário deve, portanto, estar alerta. “Antivirus e Java atualizados – ou até desintalados, caso o usuário não o use – é essencial. Mas, principalmente, as pessoas tem que começar a desconfiar. Pelo fato de as mensagens serem enviadas por amigos via chat a reação é a de ir clicando. Desconfie!”, diz.
fonte: link estadão
O braço do Pentágono de pesquisas avançadas, o mesmo grupo creditado pelo desenvolvimento do sistema precursor da internet, de 1960, está trabalhando para aumentar as defesas dos EUA contra ataques online.
A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa, na sigla em inglês) está construindo uma espécie de campo de tiro virtual – uma réplica da internet onde os cientistas poderão testar se eles podem frustrar as temidas tentativas estrangeiras ou domésticas – de invadir as redes de informação do país.
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Chamado de National Cyber Range, o projeto também irá ajudar o governo dos EUA a treinar “guerreiros online” e aperfeiçoar tecnologias avançadas para proteger sistemas de informação. A Reuters obteve informações de que a expectativa é que o National Cyber Range esteja completamente pronto e funcionando em meados de 2012, quatro anos depois que o Pentágono convocou empreiteiros para construir a rede. O projeto custou uma quantia estimada em US$ 130 milhões.
Ataque. Uma das três empresas envolvidas é a Lockheed Martin Corp, a fornecedora número um do Pentágono e que foi alvo de um ataque hacker no mês passado que a própria empresa classificou como “significante e tenaz”. A companhia, mais importante provedora de tecnologia do governo norte-americano, fechou um contrato de US$ 30,8 milhões em janeiro de 2010 para desenvolver o protótipo. O Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins fez um acordo parecido na época.
No próximos meses, a Darpa vai selecionar uma das duas empresas para operar os testes do protótipo durante um ano. A ideia é testar tecnologias como novos protocolos de rede e comunicações via satélite e frequência de rádio. Para isso, a rede de testes deve ser capaz de ser completamente restabelecida após um experimento – reconfigurando e expurgando todos os dados relacionados à memória, discos rígidos e dispositivos de armazenamento.
A Darpa também está trabalhando em outros três planos avançados de defesa online. Um, conhecido como Crash, procura projetar sistemas de computador que evoluem ao longo do tempo, tornando-os mais difíceis de serem atacados. O segundo, chamado de Cinder, iria ajudar a monitorar redes militares em busca de ameaças internas. E o Cyber Genome tem o objetivo de automatizar a descoberta, identificação e caracterização de ataques digitais.
O presidente Barack Obama pediu ao Congresso mais de US$ 250 milhões para financiar as iniciativas da Darpa para o próximo ano fiscal, o dobro do destinado à agência este ano. / Jim Wolf (REUTERS)
Fazer uso dos mais modernos softwares para otimizar os processos aplicados ao segmento de marketing promocional é uma das principais tendências do setor. Seguindo essa linha, a AwSoft, em sua primeira participação na Brazil Promotion, lança a versão 1.0 do AWBrindes, um sistema que permite o recebimento de orçamentos por meio do site, além de gerenciar os dados dos clientes e seus respectivos produtos. A mais nova versão integra o sistema já existente, com pedidos específicos para empresas do setor promocional.
A expectativa da participação na maior feira do setor do País é a ampliação da captação de novos clientes, além de uma boa divulgação de seus produtos. Conheça um pouco mais o sistema no site www.awsoft.com.br.
A atualidade imprimiu no ser humano a necessidade do cuidado com o corpo. Academias andam repletas e circuitos próprios para caminhada também. A estética, buscando a beleza, ganhou cunho de terapia e reúne séqüitos de adeptos.
No entanto, um item, que também gera desagregação, ainda tem passado despercebido: o mau hálito. Afinal, quem é que tem prazer em ficar ao lado de quem exala pela boca um odor não muito agradável?
Pois esse problema tem solução, principalmente se soubermos identificar a sua causa.
A causa do mau hálito
É comum, na sabedoria popular, a afirmação de que o mau hálito é causado por problemas no estômago. Na verdade, o estômago acaba levando a culpa de um outro vilão, ou melhor, de outros vilões.
As causas são as mais variadas e estão ligadas a diversos fatores e, muito raramente, têm origem estomacal.
Um dos elementos mais famosos pelo bafo de onça é o alho, mas a cebola, o ovo, o salame, a azeitona e a sardinha também fazem parte de um grupo de alimentos que contêm substâncias voláteis (que se desprendem no ar) e que provocam o cheiro forte que sai da boca.
É bom lembrar que estes odores não provêm propriamente do estômago: são digeridos por ele, mas passaram para a corrente sangüínea, percorreram um longo caminho, chegaram aos pulmões e de lá foram expelidos para a boca.
O jejum prolongado também contribui para o mau hálito
Outro fator de mau hálito é desencadeado por jejum muito longo, ou por dietas de emagrecimento, que também podem provocar hálito pesado. Nesses casos, a causa também não pode ser atribuída ao estômago, pois, o que ocorre é o seguinte: quando se fica algum tempo sem comer, como, por exemplo, durante uma noite de sono, o corpo retira energia do açúcar, que está circulando com o sangue; quando o estoque termina, o organismo passa a aproveitar a gordura.
A molécula de gordura, para ser absorvida, transforma-se em ácidos graxos, substâncias que contêm enxofre, conhecido por seu terrível odor. É essa a razão pela qual dificilmente alguém acorda com hálito puro.
Placa bacteriana: a grande vilã
Infecções na boca, sinusite, faringite, amidalite, doenças hepáticas também trazem consigo certo mau cheiro na boca. No entanto, a causa mais comum de todas, que não tem nada a ver com alimentação ou doenças sérias, é a boca e/ou a língua sujas.
Placa bacteriana nos dentes, o fundo das bochechas com restos alimentares e a língua com uma gosma branca e viscosa são sinais de que a higiene passou longe e de que o bafo ruim está bem perto. Pela falta de uma limpeza adequada, as bactérias se acumulam e se alimentam de células descamadas da boca e dos restos de comida, sendo que o produto da alimentação das bactérias libera grande quantidade da tal substância malcheirosa, chamada enxofre.
O pior de tudo é que as pessoas que têm halitose ou mau hálito nem sempre desconfiam do mau cheiro e, por vezes, até se acostumam com isso, já que normalmente o cérebro acaba se acostumando com os odores exalados pelo organismo e os ignora.
O cigarro, por exemplo, costuma deixar o fumante com hálito pesado, principalmente pela manhã, ao acordar. E, nesse caso, chupar balas significa nada mais que um paliativo, um pseudo-disfarce, eis que não adianta chupar balas, usar goma de mascar ou mesmo lançar mão de enxaguatórios bucais para resolver as baforadas malcheirosas. Estes recursos tão-somente disfarçam o mau cheiro por apenas alguns minutos, sem contar que as balas açucaradas, além de não atenuarem o mau hálito, ainda podem provocar cárie, o que acaba sendo outra causa de halitose.
A melhor forma de prevenir e combater essa situação desagradável é limpar sempre muito bem a boca, escovando os dentes, usando fio dental, higienizando muito bem a língua ou usando um limpador próprio que remove toda a sujeira acumulada sobre ela.
Após ter feito essa higiene bem feita, valendo-se de todos os apetrechos próprios (escova, fio dental e, se possível, o limpador de língua), limpando todos os lados dos dentes, gengiva, fundo das bochechas, faça bochechos vigorosos e enxágüe bem a boca.
Feito isto, recomendamos bochechar com uma solução muito agradável, feita à base de fitoterápicos, de bom sabor e de excelente e duradouro efeito, em casos de mau hálito, indicada para todos aqueles que querem ter um hálito refrescante.
Preparada em farmácias de manipulação, a seguinte fórmula consegue excelentes resultados:
Mentol 1%
Extrato Glicólico de Própolis 16%
Tintura de Guaçatonga 20%
Tintura de Tanchagem 20%
Tintura de Malva 22%
Álcool 100 qsp
Dissolva 6 gotas em 10 ml de água e faça bochechos durante 30 a 60 segundos. Você sentirá uma refrescante sensação de bem-estar na boca, associada a um hálito bem cheiroso.
Se, ainda assim, a halitose ou o mau hálito persistir, e a tendência se mostrar crônica, é preciso pesquisar e descobrir o motivo, procurando ajuda do seu médico ou do seu dentista.
Fonte: odontologika.uol.com.br