Bairros SP http://www.bairrossp.com Bairros SP Thu, 29 Dec 2010 15:27:54 +0000 pt_br Equilibre Suas Emoções No primeiro semestre de 2011, os executivos brasileiros consumiram mais remédios contra a depressão e a ansiedade do que medicamentos para o tratamento de doenças crônicas, como hipertensão, colesterol alto ou diabetes. Nesse período, um em cada cinco desses profissionais fez uso de algum remédio para o tratamento de problemas emocionais.
 
Foi o que revelou um levantamento realizado pela ePharma, empresa especializada em planos farmacêuticos corporativos, pelos quais as companhias subsidiam parte dos custos dos medicamentos adquiridos por seus colaboradores. Uma droga, em particular, conquistou o título de campeã de vendas para esse público, concentrado na faixa dos 30 aos 49 anos de idade. Foi o Rivotril, fabricado pela Roche, usado no tratamento de problemas como ansiedade, dificuldade para dormir e até crises de pânico.
 
"A literatura médica mostra que 80% dos pacientes que fazem uso continuado desse tipo de medicamento desenvolvem dependência", diz Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Sem o remédio, essas pessoas ficam sujeitas à síndrome de abstinência, com sintomas como queda de pressão, taquicardia, tremores, desmaios e até convulsões.
 
Esses números indicam que o estresse no trabalho pode estar comprometendo a saúde emocional dos brasileiros e lançam luz sobre um assunto ainda bastante sensível dentro das organizações. "A imagem do profissional de sucesso, confiante e autossuficiente muitas vezes se sustenta sobre o uso de álcool e comprimidos", diz o médico Alberto Ogata, presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida.
 
"À medida que o executivo sobe na hierarquia, a organização exige dele que assuma um estereótipo de fortaleza, independentemente do custo que isso tenha para a saúde física e emocional, para os relacionamentos familiares e para a vida pessoal desse indivíduo. A demonstração de fragilidade não é bem-vista no ambiente corporativo", afirma o consultor de carreira José Valério Macucci.
 
Muitos executivos demoram a procurar ajuda quando começam a sentir os primeiros sintomas de estresse ou de depressão. "Eles não reconhecem que estão adoecendo. Muitos chegam até nós depois que dão entrada no hospital achando que estão enfartando", diz Mariana Guarize, psicóloga do Hospital do Coração de São Paulo (HCor). "Outros relatam dificuldade de desligar depois de mais um dia difícil no trabalho", afirma a psicóloga.
 
Fonte: alimentesecomsabedoria
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Testes do serviço de internet 0800 começam em março, diz ministro Paulo Bernardo diz que testes serão feitos em comunidade de Brasília.  Objetivo do projeto é dar alternativa às empresas para atender clientes.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta terça-feira (14) que começam em março os testes do projeto que prevê a possibilidade de as empresas oferecerem aos clientes conexão gratuita à internet para uso em serviços, a chamada internet 0800.

De acordo com ele, os testes serão realizados na comunidade do Varjão, em Brasília. Se tiverem os resultados esperados, as empresas do país poderão adotar o serviço para fazer a comunicação com seus clientes.

Bernardo apontou que o alvo do programa são as famílias que possuem pacote de conexão à internet com limite de download. Nesses casos, quando o cliente atinge esse limite a velocidade da conexão cai e, para restabelecê-la, precisa pagar mais.

“A gente sabe que, em muitos casos, as empresas vendem pacotes com limite [de download]. Então as pessoas vão poder fazer as suas consultas em sites de bancos ou sites de compra sem consumir a sua internet”, disse.

Segundo o ministro, para acessar o serviço 0800 as pessoas não precisarão ser assinantes de internet banda larga. Bastará conectar o computador, por exemplo, em uma rede sem fio gratuita.

Desoneração
O ministro disse ainda que deve ser publicada em março a medida provisória que vai desonerar a construção de redes de telecomunicações no país.

A medida, que visa acelerar o avanço da infraestrutura no setor de telefonia e internet por meio de redução de imposto de equipamentos e de construção civil, deveria ter entrado em vigor em janeiro. De acordo com Bernardo, porém, o Ministério da Fazenda pediu para que fosse adiado por questões orçamentárias.

Após a publicação da medida provisória, as empresas interessadas terão que submeter seus projetos para avaliação dos ministérios da Fazenda e das Comunicações. Bernardo disse a previsão é que as liberações comecem a ser feitas a partir de julho.

Fonte: G1

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Mitos e verdades sobre animais dos desenhos animados! Os gafanhotos não podem escravizar outros insetos, como acontece no filme “Vida de inseto“. Na verdade esse é uma característica das formigas, pois elas podem escravizar outras formigas da mesma ou de outra espécie, por meio de uma substância liberada que se chama feromônio. Elas liberam essa substância no solo e as outras formigas as seguem.

As galinhas não são tão burras como mostra no filme “A fuga das galinhas“. Elas tem uma hierarquia dentro do galinheiro, e podem saber quem são as chefes e as subordinadas. As mandantes tem alguns privilégios, como comer antes das outras. Mas como no filme em momentos de pânico diante de um predador, elas correm para todos os lados, não sabem como agir com o perigo iminente.

Um peixe não pode sofrer perda de memória como a Dori do filme “Procurando Nemo“. Dificilmente este fenômeno aconteceria com um peixe, pois eles não precisam da aquisição da memória como nós. O comportamento desses animais é baseado na intuição. Peixes não precisam lembrar de uma experiência ruim para saber que o tubarão é uma ameaça, por exemplo, isso é intuitivo!

As esponjas não podem se alimentar de siris como no desenho “Bob esponja“. Os poríferos, filo ao qual pertencem as esponjas, são filtradores, então a água penetra em seus corpos por meio dos poros e suas células capturam partículas alimentares presentes na água. Um siri pode estar morto em decomposição ao lado da esponja que ela não vai ter como se alimentar dele.

Macacos realmente podem roubar como no filme “Rio“. Ao chegar em safáris do continente africano, os visitantes logo recebem instruções claras para que cuidem dos seus objetos pessoais, pois os babuínos costumam roubar as pessoas. Mas não são todos que fazem isso. De um modo geral, os macacos preferem fugir quando tem contato com humanos. Mas macacos que estão acostumados à presença de pessoas podem não só perder o medo como “pegar emprestado” seus pertences.

 

Fonte:Diario de Biologia

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Inglês é fundamental para atuar em TI, dizem especialistas. A conhecida carência de profissionais de TI com alta qualificação no  Brasil Br     fica mais grave quando as empresas contratantes precisam de um técnico que tenha inglês fluente ou avançado. Esta é a conclusão de especialistas ouvidos pela INFO.

 De acordo com analistas de recrutamento, a necessidade de técnicos que falam inglês cresceu pois houve incremento no número de clientes estrangeiros atendidos pelas empresas nacionais. Há também a necessidade de aprender o idioma para saber lidar com softwares escritos em inglês e entender as especificações técnicas dos manuais e guias.

“O mercado de TI possui um significativo déficit de mão de obra qualificada. A dificuldade é ainda maior quando é necessário contratar um técnico com inglês fluente”, diz Adriana Vasconcelos, gerente de recrutamento da IBM no Brasil.
 
Para a gerente, há tempos o inglês deixou de ser um adicional no currículo. Hoje, o idioma é um pré-requisito para os interessados em atuar na área de TI. “Na verdade, as empresas somente precisam decidir e divulgar o nível de fluência que um determinado cargo exige”, diz.
 
Adriana diz ainda que profissionais mais jovens, em geral, possuem bom nível de inglês, porém nem sempre detém amplos conhecimentos do mercado de TI.  No sentido oposto, os profissionais mais experientes, que dominam a área de mainframe, por exemplo, são pessoas tecnicamente qualificadas e de uma faixa etária mais avançada, mas que, poucas vezes têm inglês fluente. “Na época de formação dessa geração, o inglês não era tão importante como hoje”, diz.
 
Segundo Adriana, muitas pessoas na área de TI dizem ler e entender os manuais técnicos em inglês, mas não sabem explicar o conteúdo do que leram ao telefone em casos de problema técnico. "Quando há a necessidade deste profissional dar suporte por telefone ou por escrito em inglês, o resultado é insatisfatório", afirma.
 
Segundo Antonio Neto, presidente do Sindpd-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo), embora o inglês seja fundamental para trabalhar com TI, muitos trabalhadores sabem o inglês apenas no nível técnico.
 
Neto defende, no entanto, que os profissionais da área invistam em qualificação. “Atualmente, não há como escapar desta exigência. Todas as empresas pedem inglês, no mínimo, avançado”, diz o sindicalista.
 
O presidente, no entanto, se queixa que o valor do investimento dos profissionais nem sempre é recompensado. “O profissional é obrigado a ser fluente em uma língua estrangeira e, muitas vezes, depois de todo esse processo recebe um salário, em média, menor do que outros profissionais de áreas semelhantes como engenharia ou administração”, reclama.
 
A falta de fluência no inglês, no entanto, pode tornar-se uma barreira muito séria para a evolução da carreira de um trabalhador. Mesmo que seja um ótimo técnico ou apresenta excelente comportamento e comprometimento, o profissional que não domina o inglês não conseguirá atingir postos mais elevados na hierarquia das empresas  e pode enfrentar dificuldades para obter recolocação quando decidir mudar de emprego.
 
Nas empresas mais desejadas do setor, como o Google, por exemplo, é impossível conseguiu um emprego sem ter fluência no inglês. Na avaliação de Ana Carolina Azevedo, gerente de recrutamento do Google para a América Latina, "a falta de inglês fluente continua sendo um grande fator de eliminação de bons profissionais".
 
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Como ajudar seu filho a se adaptar na nova escola Veja como você pode lidar com as dificuldades dos primeiros dias de aula

Foto: Getty Images  
(Professores novos e o ambiente diferente são as principais queixas das crianças)

As escolas se transformam em um território desconhecido para as crianças no início do ano escolar. Os alunos vão precisar se adaptar aos horários, regras, rotina, professores e novos amigos. Tanta novidade pode tornar o novo ambiente em um cenário assustador, capaz de criar manha, cenas na porta da escola e até mesmo pânico nas crianças. Porém, os pais podem desempenhar um papel importante nesta fase e tentar amenizar o medo para que os pequenos enfrentem com mais segurança a nova etapa 

Os novos professores e o lugar estranho são as queixas mais frequentes das crianças. A psicopedagoga Maria Cecilia Galelo Nascimento Zaniboni fala da importância dos pais demonstrarem ao filho a confiança que depositam na nova escola e que eles acreditam que é a melhor escolha que fizeram para ele. “Mostre que é normal ter tais sentimentos neste momento de transição e que ele conseguirá superar e ainda gostará tanto ou até mais do que sua antiga escola. Deixe claro que também depende dele querer essa adaptação e, acima de tudo, pode contar os pais para ajudá-lo neste período.”

As crianças pequenas têm menos recursos emocionais para mudanças, pois tudo que é diferente e acontece longe dos pais as deixam inseguras. É interessante nunca fazer mudanças sem preparar a criança, ir com ela visitar o local e conhecer as pessoas que trabalham ali.

Maria Cecília lembra que as crianças maiores normalmente já têm percepção e maturidade para se adaptar de uma maneira mais tranquila.

Sem acordo

Se depois de dias ou semanas a criança continuar resistindo em frequentar as aulas, a presença dos pais na escola será obrigatória. Segundo Maria Irene Maluf, pedagoga especialista em Psicopedagogia e Educação Especial, pode ser necessário solicitar uma conversa com a orientadora e pedir, sem aviso prévio, para ver o filho naquele momento.

“Às vezes, as crianças fantasiam ser mal tratadas para chamarem a atenção dos pais. Por isso é bom ir sem avisar. Se for manha da criança, dá para conversar, explicar que não é possível mudar de escola antes do meio ou do final do ano. Em geral, depois de um tempo maior, as próprias crianças não querem mais sair da escola”, explica ela.

As dificuldades mais comuns que as crianças enfrentam

- Falta de entrosamento com os novos colegas

- Adaptar-se a novas regras

- A dificuldade de entender o espaço físico da nova escola

-Não conhecer os professores e funcionários e, consequentemente, não se sentir segura e amparada

- A saudade da escola anterior, sentindo falta dos colegas, professores e funcionários, inclusive do espaço físico.

Como os pais devem lidar com os problemas de adaptação das crianças

- Ir a escola é obrigatório. E ponto final

- Se a criança tiver mais de seis anos, deixar que resolva entre duas ou três escolas escolhidas pelos pais, isso faz com que se sintam participantes. Mas escola sempre é uma decisão final que cabe aos pais, até o final do colegial

- Levar a criança até o local antes do início das aulas para que ela conheça o ambiente e, se possível, os professores. Isso diminuirá o impacto do primeiro dia de aula 

-Em muitos casos são os pais que não se adaptam aos novos horários, lugares, normas e acabam transferindo isso indiretamente aos filhos. Portanto, escolhida a escola é proibido falar mal dela

- Se depois de muita conversa a criança fizer manha, deixe claro que estará esperando por ela na hora da saída e trate a situação com naturalidade.

Fonte:delas.ig

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Pais entram no Facebook, e adolescentes migram para o Twitter Adolescentes não tuítam, nunca tuítam --é público demais, há muitos usuários mais velhos. Não é bacana.
Essa há tempos tem sido a previsão, surgida de números mostrando que menos de um em cada dez adolescentes usava o Twitter no início do serviço.

Mas, então, seus pais, avós, vizinhos, amigos dos pais e todos os intermediários começaram a adicioná-los no Facebook --e uma coisa curiosa começou a acontecer.

De repente, o espaço dos adolescentes não era mais só deles. Assim, mais jovens começaram a migrar para o Twitter, escondendo-se da vista dos outros.

"Eu amo o Twitter, é a única coisa que tenho para mim mesmo... Porque meus pais não têm [perfil no Twitter]", tuitou alegremente Britteny Praznik, 17, que vive nos arredores de Milwaukee. Embora ainda tenha uma conta no Facebook, ela aderiu ao Twitter no verão passado, depois de mais pessoas em sua escola terem feito o mesmo. "[O Twitter] meio que pegou", diz ela.

Adolescentes elogiam a facilidade de uso e a capacidade de enviar o equivalente a uma mensagem de texto para um círculo de amigos, muitas vezes menor do que aquele que eles têm em suas contas abarrotadas no Facebook. Eles podem ter várias contas e não precisar usar seus nomes reais. Eles também podem seguir suas celebridades favoritas e usar o Twitter como um palanque, se quiserem.

A popularidade crescente que os adolescentes relatam se encaixa com os resultados de um relatório do Pew Internet & American Life Project, uma organização sem fins lucrativos que monitora hábitos de tecnologia das pessoas.

A migração tem sido lenta, mas constante. A pesquisa da Pew, de julho do ano passado, constatou que 16% dos jovens entre 12 e 17 anos usam o Twitter. Dois anos atrás, esse percentual era de apenas 8%. "Essa duplicação é definitivamente um aumento significativo", diz Mary Madden, especialista de pesquisa sênior da Pew. E ela suspeita de que esse número seja ainda maior atualmente.

PRESSÃO SOCIAL

A pesquisa da Pew descobriu que quase uma em cada cinco pessoas de 18 a 29 anos tomou gosto pelo serviço de microblog, que permite publicar pensamentos com 140 caracteres de cada vez.

No início, o Twitter tinha uma reputação que muitos achavam não ter a ver com os hábitos on-line dos adolescentes --bem mais de metade dos quais já estava usando o Facebook ou outros serviços de redes sociais em 2006, quando o Twitter foi lançado.

"O primeiro grupo a colonizar o Twitter foram pessoas da indústria de tecnologia, que gostam de se autopromover", afirma Alice Marwick, uma pesquisadora da Microsoft Research que acompanha os hábitos dos jovens on-line.

Para os adolescentes, a autopromoção não é normalmente o objetivo. Pelo menos até eles irem à faculdade e começarem a pensar sobre suas carreiras, as rede sociais são, bem... sociais.

Mas, assim como o Twitter tem crescido, também aumentaram as formas como as pessoas e as comunidades o usam.

Por um lado, embora alguns não se deem conta disso, tuítes não têm que ser públicos. Muitos adolescentes gostam de usar o Twitter bloqueado, por meio de contas privadas. E muitos usam pseudônimos, para que apenas amigos saibam quem eles são. "O Facebook é como gritar no meio de uma multidão. O Twitter é como falar para uma sala", disse um adolescente que participou de um grupo de foco da Microsoft Research, conta Marwick.

Outros adolescentes disseram aos pesquisadores da Pew que sentem "pressão social" para adicionar as pessoas no Facebook. "Por exemplo, adicionar todos da sua escola ou aquele amigo de um amigo que você conheceu em um jogo de futebol", afirma Madden.

O Twitter é mais fluido e anônimo, dizem os adolescentes, o que lhes dá mais liberdade para evitar os amigos dos amigos dos amigos --mas isso não quer dizer que eles estejam dizendo algo particularmente bombástico. Eles simplesmente não querem que todos os vejam.

Praznik, por exemplo, tuíta desde queixas e pensamentos aleatórios até mensagens de angústia e de ansiedade. "Eu odeio neve, eu odeio inverno. Vou me mudar para a Califórnia logo que puder", diz um post recente da adolescente de Wisconsin.

E mais um: "Eu gostaria que você fosse meu, mas você não sabe o que quer. Até que você descubra o que quer eu vou seguir o meu caminho."

ESPAÇO PRÓPRIO

Pam Praznik, mãe de Britteny, monitora as contas de sua filha no Facebook. Mas Britteny pediu que ela não a seguisse no Twitter --e sua mãe concordou, contanto que os tuítes permaneçam entre amigos. "Ela poderia mandar SMS para os amigos de qualquer maneira, sem o meu conhecimento", diz a mãe.

Marwick, da Microsoft, acha que essa é uma boa ideia. "Os pais devem relaxar um pouco e dar esse espaço aos filhos", diz ela.

Ainda assim, os adolescentes e os pais não devem assumir que as contas, mesmo as bloqueadas, são totalmente privadas, diz Ananda Mitra, professora de comunicação da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte. Privacidade on-line, diz ela, é "privacidade mítica".

Os pais estão sempre preocupados com os predadores on-line --e especialistas dizem que eles devem usar na rede o mesmo senso comum do mundo exterior quando se trata de lidar com estranhos e fornecer muita informação pessoal.

Mas há outras questões de privacidade a considerar, diz Mitra. Alguém com uma conta pública no Twitter pode, por exemplo, retuitar um post feito em uma conta bloqueada de um amigo, permitindo que qualquer um o veja. Isso acontece o tempo todo.

E, num nível mais profundo, ele diz que aqueles que usam o Twitter e o Facebook --pública ou privadamente-- deixam um rastro de "DNA digital" que pode ser extraído por universidades, empregadores, aplicadores da lei ou anunciantes, já que essas informações são fornecidas voluntariamente.

Mitra cunhou o termo "narb" para descrever os bits narrativos que as pessoas revelam sobre si mesmas on-line --idade, sexo, localização e opiniões-- com base em interações com seus amigos.

Privacidade verdadeira, diz ela, significaria "literalmente abandonar" a comunicação textual pela internet ou por telefone --em essência, utilizar essas tecnologias de forma muito limitada. Ela admite que isso não é muito provável, dada a maneira como as coisas estão indo, mas diz que trata-se de algo a se pensar ao interagir com os amigos, ao expressar opiniões ou mesmo ao "curtir" ou seguir uma corporação ou uma figura pública.

Mas Marwick ainda acha que contas privadas representam um risco pequeno quando se considera o conteúdo médio das contas de adolescentes no Twitter. "Eles só querem ter um lugar em que possam se expressar e falar com seus amigos sem que todos os vejam", diz ela.

Como os adolescentes sempre tiveram.

Fonte:Folha

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Katy Perry rumo ao cinema
Após investir em Justin Bieber: Never Say Never, a Paramount Pictures resolveu repetir a fórmula com outro sucesso da música pop. O estúdio está negociando a distribuição de um documentário musical estrelado pela cantora Kate Perry (foto), que seria lançado também em 3D.

A ideia é que o filme traga não apenas cenas dos shows, mas também um pouco da história da cantora e como ela se tornou um sucesso mundial. A Imagine Entertainment e a AEG já filmaram alguns shows de 2011 usando câmeras 3D, sob o comando da diretora Nanette Bernstein (série de TV The Wrong Man?).

Até o momento a única participação de Kate Perry como atriz em longa-metragens foi em Os Smurfs, onde dublou a personagem Smurfette.

A intenção é que o novo filme, ainda sem título definido, seja lançado nos cinemas americanos em junho ou julho deste ano.
 
Fonte:adorocinema
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Facebook vira nome de boate na Amazônia   Boate em uma área remota da Amazônia, no Acre, batizada com o nome da rede social

Primeiro, o Facebook surgiu como fenômeno na internet. Depois, veio o filme do Facebook, "A Rede Social". Houve até um musical baseado no Facebook.

Agora, Mark Zuckerberg recebe uma homenagem menos usual: uma boate em uma área remota da Amazônia, no Acre, batizada com o nome de sua rede social.

A ideia veio de Humbert Camacho, 30, empresário do município de Epitaciolândia, uma pequena cidade na fronteira do Brasil com a Bolívia.

"O conceito do Facebook é compartilhar ideias, aventuras, amizades, festas e fotos com seus amigos", disse Camacho durante uma visita ao seu estabelecimento, inaugurado na quinta-feira (19). "O que quisemos fazer foi uma boate com esse conceito, em que as pessoas poderiam vir e compartilhar coisas com os amigos, passar uma noite legal, compartilhando fotos e experiências."

Um representante do Facebook disse que a empresa não tem comentários oficiais a fazer sobre a boate, mas expressou surpresa ao saber de sua existência. "Fica mesmo na Amazônia?"

"Teremos uma página oficial no Facebook para que as pessoas que visitam a boate possam compartilhar fotos em tempo real", disse Camacho. "Quem não puder vir até aqui poderá ver, sentado em casa, como é a festa."

O aumento do acesso a computadores no Brasil ajudou o número de usuários do Facebook a aumentar. Neste mês, o Brasil se tornou o quarto maior país na rede social, com 35 milhões de perfis.

Fonte:Folha

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Grandes sites não aderem ao blecaute de serviços contra lei dos EUA Grandes potências da internet resolveram não aderir ao apagão digital realizado nesta quarta-feira em protesto contra um projeto de lei dos EUA que pune atos de pirataria eletrônica.

As principais adesões foram da enciclopédia eletrônica Wikipédia e do site de notícias sociais Reddit.

As empresas de tecnologia em geral se mostram preocupadas com os projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado dos EUA, conhecidos respectivamente pelas siglas Sopa (Lei para Parar a Pirataria On-Line) e Pipa (Lei de Proteção à Propriedade Intelectual), mas a baixa adesão ao protesto desta quarta-feira mostra que essas companhias não estão dispostas a sacrificar um dia do seu faturamento e ainda correrem o risco de atrair a fúria dos usuários por causa de um protesto cujo impacto sobre os congressistas é difícil de avaliar.

A Wikipedia e o Reddit escureceram suas páginas para que os visitantes só pudessem encontrar informações sobre os dois projetos.

Dos grandes sites que manifestaram oposição ao projeto, só o Google planejou algum tipo de alteração na home page, que conterá uma mensagem contra as medidas, mas sem impedir o usuário de fazer suas buscas.

"Como muitas empresas, empreendedores e usuários da web, nós nos opomos a esses projetos porque há formas inteligentes e dirigidas de fechar sites estrangeiros insubordinados sem pedir que companhias norte-americanas censurem a internet", disse uma porta-voz do Google. "Então (nesta quarta-feira) vamos nos juntar a outras companhias de tecnologia para destacar essa questão na nossa página inicial nos EUA."

O Twitter decidiu não participar do protesto, e no fim de semana o executivo-chefe Dick Costolo explicou as razões. "Fechar um negócio mundial em reação a uma única questão de política nacional é algo tolo", escreveu ele no microblogue, para em seguida prometer que a companhia continuará envolvida no assunto. "Observem este espaço", tuitou ele.

Várias outras empresas adotaram a posição de criticar os projetos, mas sem tirar seus serviços do ar. Entre elas estão companhias que em novembro escreveram ao Congresso dos EUA se queixando dos projetos, como AOL, eBay, Mozilla e Zynga.

O presidente da Comissão de Justiça da Câmara dos EUA, Lamar Smith, e um dos autores do projeto Sopa, disse que o "apagão" da Wikipedia e de outros sites é "um golpe publicitário que presta um desserviço aos seus usuários ao promover o medo ao invés dos fatos". "Talvez durante o apagão os usuários possam procurar em outro lugar uma definição precisa de pirataria on-line."

Os projetos restringem o acesso e os pagamentos a sites de fora dos EUA que ofereçam conteúdo roubado ou falsificado. As medidas têm o apoio de produtoras cinematográficas, editoras, companhias farmacêuticas e vários outros setores, que alegam perder bilhões de dólares por ano devido à pirataria.

Fonte:Folha

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Com 36 milhões de visitantes, Facebook passa o Orkut no Brasil O famoso símbolo de 'curtir' do Facebook na fachada da sede da empresa em Menlo Park, na CalifórniaO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.

A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.

A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.

Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.

O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.

O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.

O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.

"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."

Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.

O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.

Fonte:Folha 

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